santa fé do sul

 Em 1920 o major inglês John Byac Paget, comentava-se na época que ele representava uma companhia petrolífera que teria interesse na região porque a bacia do rio Paraná teria características à formação de jazidas petrolíferas, comprou 32 mil alqueires da antiga Fazenda São José da Ponte Pensa.
 
  A área localizada no extremo Noroeste do estado de São Paulo nas divisas dos estados de Minas Gerais e Mato Grosso do Sul. Para garantir a posse da terra, o major, que nunca veio ao Brasil, colocou 79 famílias. Mas em 1946, quando da promulgação da Constituição, ficou estabelecido que o subsolo era propriedade da União. No mesmo ano, a Companhia Agrícola de Imigração e Colonização (Caic), que conhecia os planos de expansão da antiga Estrada de Ferro Araraquarense (EFA), que eram chegar às barrancas do rio Paraná e depois seguir rumo a Cuiabá (MT), comprou os 32 mil alqueires.
 
  Em maio a Caic abriu a estrada boiadeira para atingir o rio Paraná, no Porto Taboado, para fazer um estudo geo-econômico da região. Com a crise econômica pós-guerra, diretores da EFA, preocupados com o pagamento de dividendos aos acionistas, compraram 30 mil alqueires da Caic e lotearam o latifúndio em pequenas áreas e venderam a prazo. Eles demarcaram 600 alqueires, sendo 100 para a edificação da cidade e o restante para chácaras.
 
  O objetivo foi povoar a região com pequenos lavradores que iriam produzir e produzindo a ferrovia teria o que transportar, assim o lucro retornaria ao final de cada ano. Derrubado o mato, em setembro de 1946, foram abertas as primeiras ruas e o espanhol Salvador Martins, no extremo da primeira avenida, construiu uma casinha de tijolos, onde estabeleceu uma casa comercial.   Menos de dois anos depois, em 24 de junho de 1948, foi celebrada por frei Canuto, de Aparecida do Taboado, a primeira missa, data considerada da fundação de Santa Fé do Sul.
 
  O nome da cidade foi objeto de inúmeras sugestôes, sendo escolhido Santa Fé, por coincidir com as iniciais de Sales Filho. A partícula do Sul foi acrescentada por lei, pois havia no Norte do Brasil uma vila com o mesmo nome. Antônio Sales Filho, eleito deputado estadual em 1950, juntamente com outros parlamentares, conseguiram a elevação do povoado à condição de município, em 1953. 

  Santa Fé do Sul, com cerca de 30 mil habitantes, está localizada estrategicamente na Região Noroeste do Estado de São Paulo. A chamada região dos Grandes Lagos é formada pelas usinas de Ilha Solteira, Jupiá e Água Vermelha e é constituída pelos rios Paraná, Paranaíba, Grande, São José e Tietê. Esta excelente localização faz de Santa Fé do Sul um portal para o Mercosul.   O acesso a importantes rodovias como a Euclides da Cunha (SP 330), Washington Luiz (SP 310), Anhanguera (330) e Bandeirantes (SP 348), permite que as distâncias se encurtem na ligação entre os estados de São Paulo, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás e Minas Gerais. 

  A Ponte Rodoferroviária (idealizada pelo escritor e poeta Euclides da Cunha) e a Hidrovia do Tietê-Paraná fazem de Santa Fé do Sul um importante pólo logístico para a produção industrial, pecuária, fruticultura, turismo, armazenamento, transporte e distribuição.   Utilize o serviço do site apontador.com.br para visualizar a rota da sua cidade até Santa Fé do Sul.

Na área educacional, a cidade conta com as Faculdades Integradas de Santa Fé do Sul (Fisa), mantidas pela Fundação Municipal de Ensino e Cultura (Funec), que oferecem os seguintes cursos:
 
• Administração
• Pedagogia
• Educação Física
• Odontologia
• Fisioterapia
• Matemática
• Letras
• Direito
• Serviço Social
• Técnico em Enfermagem
• Turismo
• Psicologia
• Nutição
• Análise e Desenvolvimento de Sistemas
• Produção Sucroalcooleira
 
  Sendo que 70% dos seus 3.000 alunos são oriundos de outras cidades e estados. Funciona também nas Fisa a Universidade Aberta à Terceira Idade (Unati) com mais de mil alunos com idade acima de 45 anos.
 
  Com 208,9 km² extensão, Santa Fé do Sul tem sua economia voltada para o agroturismo - com a instalação de hotel-fazenda, ranchos, casas de veraneio - e turismo rural - com visitas abertas às produções de leite, uva, manga, coco e banana. Nos núcleos da Estrada 15 e Estiva o turista pode comprar peças artesanais feitas em cerâmica queimada pelas esposas dos agricultores.   Santa Fé tem um orçamento de R$ 28 milhões e oferece uma boa qualidade de vida aos seus moradores com 100% de serviços essenciais, em abastecimento de água, coleta e tratamento de esgoto, além do programa médico da família para 100% da população.


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